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Sexualidade

O casal e o relacionamento sexual.

O CASAL E O  RELACIONAMENTO SEXUAL.

O sexo é uma das formas mais puras de autoexpressão. No entanto, é também a forma mais íntima que duas pessoas têm de demonstrar o seu amor uma pela outra. O sexo torna-se assim determinante numa relação, visto que produz uma vinculação única, especial e importante. Desta forma, quando surgem disrupções na vida sexual, toda o relacionamento pode ser posto em causa. É normal que, à medida que o tempo passe, a atividade sexual do casal diminua, e isso nem sempre representa um problema, a menos que a necessidade da atividade sexual não seja comum às duas partes. Nesta perspetiva, deixo-vos alguns esclarecimentos sobre três mitos que estão muitas vezes associados ao relacionamento sexual do casal.

MITO1

O desejo feminino é determinado pelo

sistema hormonal

Quando a mulher se torna menos recetiva à atividade sexual dentro de uma relação, existe alguma tendência de a associar à líbido. No entanto, este é influenciado por imensos fatores para lá da questão hormonal, fatores estes muito mais complexos como a saúde vascular, mental, a nutrição, a imagem corporal, níveis de stress e a qualidade da relação em geral. Neste sentido, optar por medicações hormonais que aumentem o desejo sexual poderá não resultar pois as causas psicológicas não foram tratadas, conduzindo à persistência do problema.

MITO2

Intimidade emocional é sinónimo de um

bom relacionamento sexual

Por vezes, a intimidade emocional pode fazer com que o casal sinta que existe uma relação de amizade forte, prejudicando posteriormente o desejo sexual. A intimidade emocional é fundamental, sem dúvida, mas o casal deve criar também espaços em que lhes seja possível assumir riscos, aventurarem-se e sentirem-se atraentes um para o outro, afinal de contas, sentir que se é desejado é fundamental para um bom relacionamento sexual. 

MITO3

O casal deve resolver primeiro os seus problemas emocionais e só depois os problemas sexuais

Adicionalmente aos problemas sexuais, muitos casais vivem também situações de ressentimento, falta de comunicação e raiva. Nesta perspetiva, tende-se a considerar que os problemas emocionais deverão ser os primeiros a ser resolvidos, mas nem sempre isto é verdade! Cada vez mais é difícil separar terapia de casal de terapia sexual, pois a situação emocional e sexual do casal são influenciadas uma pela outra e devem por isso, ser resolvidas como um todo. Tratar primeiramente as questões emocionais pode ser vantajoso, mas o toque e a intimidade física são fundamentais também para a proximidade emocional e pode ser determinante e facilitador na resolução do problema.

Joana Santos

LELO - ELISE 2 PLUM

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Sexualidade

Conversar para ter mais prazer? Sim!

Falar do que dá prazer, como e onde se gosta da estimulação, fantasias e desejos, é o caminho para elevar o prazer nas relações. 

Mas, podemos confessar, ainda é um grande desafio, não é mesmo?

Alcançar o prazer tem-se revelado mais desafiante para as mulheres, que revelam mais desafios, por exemplo, em ter prazer e alcançar o orgasmo.

Mas, de onde virá este desafio em ter prazer?

Serão os homens egoístas face ao prazer da mulher?

Será falta de comunicação sexual?

Será que as mulheres ainda não conhecem o que lhes dá prazer? Será que ainda sentem pouca liberdade para mostrarem o que gostam e desejam sexualmente?

Entre nós, talvez seja mesmo um pouquinho de tudo. Mas, muita falta de comunicação sexual.

Cada vez há mais abertura e vontade de que o prazer venha para todas as pessoas envolvidas. 

Mas, não falar do que queremos e dá prazer torna tudo numa incógnita.

Nas mulheres, ainda há muito tabu na masturbação, em conhecer-se o próprio corpo e o que dá prazer. Às vezes, não se fala de prazer porque nem se conhecem os pontos corporais e formas de ter prazer. É o toque e exploração do corpo que permite saber o que dá prazer. E, só assim poderá dizer-se e mostrar-se à/s outra/s pessoa/s como gostamos e temos prazer.

Não há um livro de instrução para o prazer.

Cada pessoa é única.

A/s outra/s pessoa/s não podem saber como temos prazer sem lho dizermos, de acordo?

Mas, há ainda muita vergonha de falar sobre sexo e prazer.

E, receio desta conversa magoar a/s outra/s pessoa/s e que se sinta/m “incompetente/s”.

Não tem de ser assim.

Esta conversa pode ser partilhada e bem descontraída.

Os jogos eróticos que a Papai(a) te oferece podem ser um bom ponto de partida.

“Verdade ou Atrevimento”? Questões para partilhar ou mostrar o que dá prazer.

“Monogamy”? Divertimento na descoberta e conquista de todo um monopólio de prazer.

Cartas? Cada uma gera oportunidade de falar e conhecer mais sobre o que dá prazer.

Se por palavras for muito constrangedor, pode guiar-se a/s outra/s pessoa/s na atividade e mostrar como se gosta e tem prazer.

Jogos eróticos são formas de aprendizagem muito divertidas e descontraídas, que podem tornar mais natural a comunicação sexual e melhorar o desejo e excitação sexual.

O prazer é uma responsabilidade (e direito) de cada pessoa.

Dás-te ao direito de conversar sobre o teu prazer?

Rita Castro

Mestre em Psicologia